DATILÓGRAFO ERRANTE,
NO TEMPO EM QUE NÃO HAVIA COMPUTADORES
A “PRÉ-HISTÓRICA” LINOTYPE , ETAPA QUASE FINAL ONDE O
JORNAL ERA CONFECCIONADO POR CARACTERES EM ”CHUMBO DERRETIDO” PARA, EM SEGUIDA,
SER IMPRESSO. SÓ MAIS
TARDE SURGIU A”OFF-SET” – IMPRESSÃO A “FRIO”. E ALGUNS ANOS DEPOIS TODO O PROCESSO FOI
INFORMATIZADO. E AS REDAÇÕES – SEM O RUÍDO ESTIMULANTE DAS MÁQUINAS DE
DATILOGRAFIA - FICARAM SILENCIOSAS COMO
TÚMULOS...
Como no maravilhoso filme “Luzes da Ribalta”,
Chaplin/Carlitos larga o violino que estava tocando e estende o chapéu pedindo
esmolas. Um conhecido seu sem aperceber-se de quem se tratava joga algumas
moedas no chapéu... Mas quando o reconhece tenta retirar as moedas,
ao que Chaplin
insiste: “Não, não, deixe as moedas aí... Para que falso pudor? Estou pedindo
para sobrevivência...” E sai com o
violino debaixo
do braço.
Eu não toco violino. Como Datilógrafo Errante ainda
uso a máquina de escrever... para pedir ajuda. Sem nenhum pudor... (Veja o
meu perfil
aí do lado).
Comentários
Postar um comentário